quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Doença que afeta fumantes leva ao cansaço extremo e depressão


Tosse, catarro, cansaço e falta de ar são sintomas mais comuns de muitas doenças respiratórias. Mas também são sinais de DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica), mistura de enfisema e bronquite, que afeta especialmente fumantes e pode limitar as atividades do dia a dia do paciente, devido ao cansaço extremo e até mesmo depressão.

Nesta quarta-feira (18), Dia Mundial de Combate à DPOC, o diretor da comissão de infecções respiratórias da Sociedade Brasileira de Pneumologia, Mauro Gomes, explica que a doença atinge cerca de sete milhões de pessoas no Brasil e mais de 40 mil morrem por ano por conta dessa complicação respiratória.

De acordo com o médico, a doença provoca insuficiência respiratória devido a uma inflamação nos brônquios, que obstrui a passagem do ar e provoca destruição dos alvéolos, onde “o ar é filtrado”. Gomes explica que a doença é dividida em quatro estágios.

— No primeiro, o paciente se cansa ao fazer algum tipo de esforço físico, como subir uma escada. No segundo, caminhar em uma superfície plana pode tirar o fôlego. Já no terceiro, a pessoa fica constantemente cansada e tem crises de falta de ar. No estágio mais avançado, o paciente não pode realizar nenhum tipo de atividade física. Trocar de roupa, tomar banho e escovar os dentes são atividades que o deixariam extremamente cansado. Nesse estágio, é preciso ter o oxigênio disponível o dia inteiro. Tenho pacientes que precisam tomar banho com o oxigênio para não perder o ar.

Além dos problemas respiratórios, outra consequência da DPOC é a depressão. Como o paciente deixa de realizar atividades simples do dia a dia, isso leva o idoso a se sentir incapaz, explica.

— A pessoa foi independente a vida inteira e agora, na terceira idade, precisa de acompanhamento. Isso tem um impacto emocional muito forte no idoso.

O médico explica que 95% dos casos acontece por causa do tabagismo, tanto direto quanto indireto, em casos de pessoas que conviveram muito tempo com fumantes. Em média, a pessoa precisa ter fumado pelo menos 20 a 25 anos de consumo. Por isso, segundo o especialista, normalmente, o diagnóstico é feito após os 40 anos de idade, por causa do excesso no cigarro.

— A DPOC é irreversível, mas o diagnóstico precoce pode ajudar a diminuir os efeitos do cigarro no organismo, mas para isso, é óbvio que é preciso parar de fumar para diminuir os prejuízos respiratórios.

Na avaliação do médico, um dos principais problemas da doença é a “subnotificação”, ou seja, ele afirma que muitas pessoas consideram normal da idade se sentir mais cansados e deixam de procurar o médico.

— É preciso que elas conheçam a doença para ter o diagnóstico e tratamento correto. Ela é progressiva, mas se o paciente para de fumar, a doença deixa de progredir. Se houver o diagnóstico precoce, a pessoa não vai perder a qualidade de vida de não poder fazer nada, ainda mais se cortar o cigarro. Então, o principal benefício do diagnóstico é prevenir a sobrecarga do coração, porque a debilidade respiratória faz com que o coração trabalhe mais para fornecer oxigênio para o corpo inteiro.

Tratamento e medicamentos

O pneumologista ainda ressalta que os pacientes que sofrem com DPOC precisam de medicamentos para a vida inteira e, em casos graves, até mesmo o oxigênio precisa ser contínuo. E todos os remédios necessários para tratar a doença estão disponíveis no SUS (Sistema Único de Saúde). O médico lembra que o tratamento particular pode pesar no bolso.

— O tratamento particular básico, com remédios, custa cerca de R$ 200 por mês. Mas o oxigênio é muito mais caro. Em um mês a pessoa vai gastar uns R$ 500. Se for comprar o aparelho pode custar até R$ 5.000.

Há diversos tipos de spray, vapor, pó, que são inalados para chegar ao pulmão, afirma o médico. O pneumologista também explica que o remédio dilata as vias aéreas para que o ar passe naturalmente.

— É feito um exame de prova de função pulmonar, conhecido como espirometria, em que se observa como está a passagem do ar. Menos de 70% já é um paciente que tem limitações respiratórias.

Quem tem DPOC não pode viajar de avião, porque a oxigenação é diminuída durante o voo, explica Gomes.

— Para viajar, a pessoa precisa do oxigênio portátil, mas não pode subir no avião com o cilindro, porque pode explodir. A companhia aérea tem que fornecer, mas é preciso solicitar com muita antecedência. Ele certamente vai pagar a mais, porque a companhia precisa se organizar para ter essa ferramenta para o passageiro. Muitos acabam desistindo de viajar, porque é realmente muito complicado, ou até pior, decidem arriscar e viajar sem o oxigênio.

*Colaborou Brenno Souza, estagiário do R7

Matéria publicada no site Notícias R7

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terça-feira, 17 de novembro de 2015

ÚLTIMAS VAGAS !!! - CURSO AVANÇADO DE PILATES NOS APARELHOS - JOINVILLE/SC


ÚLTIMAS VAGAS !!!



Descrição:
CARGA HORÁRIA: 16 horas /Mec

Estudos on line – Acesso a Videolivraria

Pré-requisitos:
Instrutores de Pilates - com formação completa (solo e aparelhos).
Conteúdo:

1 - Série de exercícios Intermediários e Avançados no Reformer,Cadillac e Chair

CADILLAC- 33 EXERCÍCIOS COM 58 VARIAÇÕES

REFORMER- 43 EXERCÍCIOS COM 55 VARIAÇÕES

CHAIR- 27 EXERCÍCIOS COM 30 VARIAÇÕES

2- Como evoluir e acompanhar o treinamento e a reabilitação.

3- Avaliações minuciosas da execução e correção de cada exercício

4-Supervisão de detalhes

5- Discussões de caso

6- Mini-laboratorio

Corpo Docente:
Dr. Joel Steinman - e equipe do TAO PILATES

Médico com mais de 35 Anos de experiência clinica
Surfista há 35 anos
Especialista em Medicina Esportiva - Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte Especialista em Acupuntura e Manipulação Vertebral (quiropraxia) na China pela Academia de Medicina Tradicional Chinesa de Beijing- China - Membro do Colégio Médico Brasileiro de Acupuntura
Especialista em Pediatria pela Sociedade Brasileira de Pediatra
Mestre em Saúde pela Universidade de Paris
Membro do Pilates METHOD ALIANCE
Pós graduação em Posturologia
Cursou programas de formação na Austrália
Criador do TAO PILATES, voltado a reabilitação e reestruturação do movimento
Membro da Sociedade Brasileira de Medicina Física e de Reabilitação
Diretor Médico do Campeonato Mundial de Surf – WCT Brasil
Diretor Tao Pilates Instituto de Acupuntura e Medicina do Esporte
Autor do livro Surfing and Health (Meyers&Meyers)
Autor do livro Surf e Saúde

Informações:
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Fone/Fax: 048-3228-9898
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Refrigerante diet pode aumentar risco de ataque cardíaco, diz estudo


Os efeitos do refrigerante diet no corpo podem aumentar os riscos de ataque cardíaco, de acordo com pesquisa do farmacêutico sueco Niraj Naik. O pesquisador estudou toda a ação da bebida no organismo, desde o primeiro gole até mais de uma hora dentro do estômago.

Segundo ele, o ácido fosfórico da bebida ataca o esmalte do dente, os adoçantes artificiais causam o ganho de peso, porque fazem com que o corpo acumule gordura.

O estudo foi realizado no Instituto Karolisnka, na Suécia, e envolveu mais de 42 mil homens por 12 anos. A pesquisa descobriu que homens que consumiram mais de duas latas de refrigerante por dia aumentaram o risco de doenças cardíacas em 23%.

As bebidas diet já foram relacionadas à pressão alta, diabetes, derrame e obesidade. Por isso, o pesquisador diz que já esperava esse resultado, quando analisada a interferência da bebida na saúde do coração.

O pesquisador ressalta que não há diferença entre produtos adoçados artificialmente e outros com açúcar natural.

O diretor-geral da Associação Britânica de Bebidas, Gavin Partington, acredita que não seja possível associar as bebidas diet a doenças do coração.

— As doenças coronárias estão diretamente ligadas a maus hábitos alimentares e falta de exercício físico, sem falar na questão genética. Culpar as bebidas diet não é correto.

Matéria publicada no site Portal R7

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Um minuto e 40 segundos de atividade física podem mudar a vida


Um minuto e 40 segundos de atividade física a cada meia hora. Parece pouco, mas os pesquisadores da Universidade de Otago, na Nova Zelândia, defendem que pode fazer a diferença e trazer benefícios para a saúde.

O tempo dedicado ao exercício físico não é tudo. É essencial quebrar o ciclo de imobilidade a que sujeitamos o corpo.

Desde a década de 1950 aumentou muito o tempo que dedicamos a atividades sedentárias: trabalhamos mais tempo sentados a uma secretária, vemos mais televisão sentados no sofá. Aqueles que conseguem, vão ao ginásio, para combater o sedentarismo e as nove, dez, onze horas que passamos sentados. Mas será que chega? E que tal se ao longo do dia nos levantássemos mais vezes para fazer um pouco de exercício, não deixando o corpo acumular horas seguidas de inatividade?

Um estudo publicado no American Journal of Clinical Nutrition demonstra que esta pode ser uma opção que faz muito sentido como adjuvante do exercício que já faz (ou devia fazer): os conhecidos 150 minutos por semana, no mínimo, de atividade física intensa a moderada que a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda para adultos. Um minuto e 40 segundos de atividade física a cada meia hora. Parece pouco, mas os investigadores da Universidade de Otago, na Nova Zelândia, defendem que pode fazer a diferença e trazer benefícios para a saúde.

O objetivo deste estudo foi comparar os efeitos sobre glicemia, insulinémia e lipidémia pós-prandiais de três comportamentos diferentes: um comportamento sedentário prolongado de nove horas; a realização de atividade física durante trinta minutos, seguida de comportamento sedentário; e pausas regulares, com atividade física de 1 minuto e 40 segundos a cada meia hora de comportamento sedentário. Resultado: estes últimos apresentaram níveis mais baixos de açúcar e insulina pós-prandial (após refeições) no sangue. Valores que, quando elevados, são sinais de aviso para a diabetes tipo dois e um fator de risco para doenças cerebrovasculares.

ANDAR
Invente todas as desculpas possíveis para se levantar da secretária de meia em meia hora e andar um pouco. A sua circulação agradece e está a somar passos para atingir a meta dos dez mil que deve dar por dia.

RODAR
À secretária, a maioria das articulações do corpo fica parada durante horas seguidas. Mexa-as: rode pulsos, tornozelos, ossos da bacia, braços e cabeça.

ALONGAR
Os alongamentos são essenciais para combater dores posturais. Para os fazer, basta esticar-se lentamente e manter um pouco essa posição.

TONIFICAR
Mesmo sentado pode fazer exercícios de fortalecimento muscular, como levantar as pernas do chão e mantê-las algum tempo esticadas.

RELAXAR
Enquanto anda, aproveite para fazer algum relaxamento. Por exemplo, com os braços ao longo do tronco, sacuda as mãos. E respire pausadamente.


Matéria publicada no site Notícias Magazine

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Água com gás faz mal?


Quase tudo que se diz sobre a água com gás não se sustenta cientificamente. Se você já ouviu, por exemplo, que o consumo do líquido prejudica a saúde óssea, o vice-presidente da Sociedade Mineira de Reumatologia, Gustavo Lamego, afirma que essa relação não se sustenta na literatura médica.

O verão bate à porta e é preciso atenção redobrada com a hidratação do organismo. Assim como a natural, a água gasosa não tem caloria e pode ser uma alternativa mais refrescante nos dias quentes
“Para quem come por ansiedade, a água com gás gera uma plenitude gástrica que pode ajudar a diminuir o apetite e a sensação de fome” – Lúcia Flávia Carpilovsk, nutróloga.

Quase tudo que se diz sobre a água com gás não se sustenta cientificamente. Se você já ouviu, por exemplo, que o consumo do líquido prejudica a saúde óssea, o vice-presidente da Sociedade Mineira de Reumatologia, Gustavo Lamego, afirma que essa relação não se sustenta na literatura médica. Geralmente comparada aos refrigerantes, em razão da presença do dióxido de carbono, característica comum às duas bebidas, é aí que está a raiz das muitas informações equivocadas disseminadas popularmente. “A água com gás passa por um processo industrial igual ao dos refrigerantes para a retirada do oxigênio e o acréscimo de gás carbônico, um tipo de ácido fraco. É esse processo que a deixa borbulhante e efervescente”, afirma a nutróloga e endocrinologista Alice Amaral. As semelhanças param por aí. Segundo a especialista, a água com gás é uma bebida sem caloria, assim como a natural, e ambas hidratam o corpo da mesma forma.

A recomendação clássica do consumo diário de água é de dois litros ou oito copos. Como o corpo humano é quase 70% água, é muito importante mantê-lo hidratado para o bom funcionamento do organismo. Se a aparência da urina está mais escura do que o usual, nas cores amarelo-escuro, âmbar ou mel, pode ser um sinal de desidratação. A água ingerida durante o dia tem relação direta com a concentração urinária. Assim, quando a quantidade consumida é a correta, a urina fica bem diluída e com a cor amarelo-claro.

No entanto, apesar de existir um parâmetro indicado, o consumo ideal de água vai variar de pessoa para pessoa e de acordo com o clima. Quem vive em países mais quentes precisa de mais água. Quem pratica atividade física e, portanto, perde água na transpiração também precisa ser mais cuidadoso e tomar mais do que oito copos por dia. O corpo do idoso também é naturalmente mais desidratado que o de um adulto. Portanto, quem já passou dos 60 anos precisa redobrar a atenção com a hidratação. Para se ter como uma segunda referência, Alice Amaral recomenda, no mínimo, um litro de água por dia a cada 35 quilos de peso corporal. “Uma pessoa de 105 quilos deve tomar três litros de água por dia”, ilustra. E para quem tem dificuldade em atingir a meta diária, uma dica é usar algum aplicativo para celular que emita avisos sonoros e avise a hora de beber água.

Para Alice Amaral, a importância da água para a saúde é tão significativa que a hidratação deveria ser uma preocupação inicial em qualquer consulta médica. “No entanto, é difícil um paciente ir a um especialista e o médico abordar esse assunto. A hidratação está subentendida, mas sabemos que essa não é uma preocupação de todas as pessoas. Tanto é que há quem diga que não gosta de água”, pondera. É nesse ponto que a médica considera a água com gás uma opção interessante, já que, pela presença do gás, tem um efeito mais refrescante, ponto positivo principalmente nos dias quentes.

Endocrinologista do Hospital Adventista Silvestre, Lúcia Flávia Carpilovsky confirma que a água com gás é uma opção saudável, como a que sai do filtro, e também pode ser priorizada na hidratação. Isso porque mesmo os sucos naturais sem adição de açúcar têm os seus poréns. “Além de o suco natural ter caloria, ele deve ser consumido com moderação por quem tem diabetes. Já a água é uma bebida livre de contraindicação. A única exceção é a pessoa com algum problema renal grave de restrição hídrica”, afirma.

Dessa forma, para quem não é muito fã de beber água, a gaseificada pode, sim, substituir a comum, só não pode ser a única fonte de hidratação do dia. “Em excesso, a água com gás pode irritar a mucosa do estômago de pessoas predispostas a problemas gastrointestinais”, explica.

SACIEDADE

Um ponto positivo da água com gás como alternativa à hidratação é a sensação de saciedade provocada pela bebida. Isso porque, de acordo com o nutrólogo José Alves Lara Neto, ocorre uma distensão provisória da musculatura lisa do estômago. Para Lúcia Flávia Carpilovsky, esse aspecto pode ser interessante para quem deseja emagrecer. “Para quem come por ansiedade, a água com gás gera uma plenitude gástrica que pode ajudar a diminuir o apetite e a sensação de fome”, diz.


A especialista afirma também que já se chegou a acreditar que a água com gás ajudava a acelerar o processo digestivo e a bebida era, inclusive, utilizada por pessoas com algum distúrbio gástrico. No entanto, ela não deve ser usada como alternativa aos remédios para azia e má digestão, porque não vai melhorar os sintomas. “A sensação inicial é uma coisa, mas ela não vai perdurar”, pondera.

A nutróloga Alice Amaral concorda e diz que qualquer problema de digestão deve ser tratado como assunto de saúde e o recomendado é procurar um especialista. “O que ocorre é que a água com gás favorece a eructação (arroto), que dá uma sensação de alívio, porque diminui a pressão do abdômen. No entanto, quem sofre com azia ou má digestão é quem não está se alimentando bem. E não adianta comer mal, usar a água com gás para ‘tapar o sol com a peneira’ e criar uma cascata de problemas”, afirma.

Outro mito em relação à água com gás é que ela favoreceria o aparecimento da celulite. Novamente, essa ideia está sustentada na falsa comparação que se faz entre a bebida e os refrigerantes. “Os alimentos ricos em açúcar, como são os refrigerantes e os sucos de caixinha, é que são os responsáveis por esse problema estético”, esclarece Lúcia Flávia Carpilovsky.

Para Alice Amaral, o ponto positivo da água com gás é que ela limpa as papilas gustativas, realçando o sabor do alimento e aumentando a sensação de prazer. “Tomar um pouco de água com gás antes do vinho ou do café acentua o sabor do que se está experimentando”, observa. Já para José Alves Lara Neto, é importante dizer que, “tirando a sensação do prazer, a água com gás não tem nenhum benefício extra para a saúde, se comparada à natural”.

Todos os especialistas são unânimes ao afirmar que os refrigerantes não devem substituir a água para matar a sede. Em relação à água com gás aromatizada, a recomendação é que se opte pela bebida apenas se, na composição, não houver adição de açúcar. No caso de crianças, essa recomendação é ainda mais séria. “Até os 3 anos, não é recomendado oferecer açúcar às crianças, porque aumenta a chance de meninos e meninas crescerem com uma necessidade maior desse alimento. Nessa fase, o único açúcar que deve ser consumido é o que vem da fruta. Ou seja, nada de refrigerante”, alerta a nutróloga.

A sugestão dos especialistas em relação à água com gás para as crianças é não oferecer a opção gaseificada como alternativa à natural, já que é importante que, ainda na infância, se adquira o hábito e gosto pela água. “A natural é sempre melhor”, afirma a médica.

EMBALAGENS

A nutróloga Alice Amaral sugere aos adeptos da água com gás que deem preferência às embalagens de vidro, apesar de estarem cada vez mais raras. A especialista reforça que as de plástico contêm bisfenol A, substância que pode ser liberada pelo aquecimento da temperatura. “No próprio transporte do produto, por carreta ou caminhão, o sol aquece essa garrafa, que vai liberar o bisfenol A. Essa substância age como disruptor endócrino, desregularizando o sistema hormonal e favorecendo, por exemplo, o desenvolvimento de câncer de mama e de próstata. Também não se deve deixar garrafinha de plástico dentro do carro”, explica.


Para ser considerada água mineral, é necessário o mínimo de 500mg de minerais por litro de água e a água com gás pode ou não ser enriquecida por minerais. A água natural com gás é também chamada água carbonatada, ou seja, é aquela gaseificada naturalmente, que sai assim direto da fonte. Segundo Alice Amaral, é difícil envasar a carbonatada para comercialização, porque o dióxido de carbono se perde no processo de engarrafamento.

Matéria publicada no site Saúde Plena

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sexta-feira, 13 de novembro de 2015

INSCRIÇÕES ABERTAS !!! - CURSO PILATES AÉREO - SUSPENSO TAO PILATES - JOINVILLE/SC


INSCRIÇÕES ABERTAS !!!

Duração: 16 horas/MEC

Sábado : 09:00 as 17:00
Domingo : 09:00 as 17:00

Público Alvo: Profissionais e Acadêmicos de Educação Física e Fisioterapia 

O CURSO TAO PILATES AÉREO – SUSPENSO utiliza as bases do Método Pilates associado ao treinamento funcional utilizando como acessório o Columbio, a Lira e o WES( Desenvolvido pelo Dr. Joel Steinman) e pequenos acessórios    possibilitando o aprendizado de mais de 250 exercícios em suspensão.

Objetivos:
Capacitar o aluno a ministrar aulas de Pilates Aéreo/Suspenso, de uma forma segura e eficiente, incorporando o columpio, a Lira e o WES e pequenos acessórios.
Metodologia Tao Pilates AEREO /SUSPENSO
Apresentar a pedagogia e método Tao Pilates  de ensino é totalmente prática, dinâmica com base na anatomia e biomecânica,  com foco na segurança , no bem estar e  evolução do aluno.
 Dominar comandos verbais, visuais e manuais para conduzir o aluno na postura e biomecânica adequada durante os exercícios de Pilates aéreo/ suspenso.

Conteúdo Programático: 
-Princípios do Treinamento Funcional , Princípios do Método Pilates  
-Princípios do Treinamento em Suspensão
-Exercícios básicos, intermediários e avançados com os equipamentos  columbio ( tecidos), Lira, o WES, além de pequenos acessórios. São mais de 250 exercícios variados que podem ser adaptados do iniciante ao avançado, de crianças a idosos.
Como evoluir e acompanhar o treinamento -Variações e modificações dos exercícios. 

Supervisão de detalhes
Indicações/Contra indicações 
Preparação para o dia-a-dia 
Dinâmica de aula : dinâmicas e desafiadoras!.
Estudo de caso clínico 

Discussão em grupo

Instalação e fixação de equipamentos 

Montagem do Studio 

Informações sobre compra dos aparelhos


Corpo Docente
Ministrante: Roberta Macedo dos Santos

Formação em Fisioterapia em 2002 – Universidade Santa Cecília – Santos/SP
Curso de Formação Método Isso-Stretching –  2003
Formação em RPG – FENAFITO – 2003
Pós-Graduada em Ortopedia e Traumatologia – Universidade Gama Filho – 2004
Formação Método Pilates – Tao Pilates – 2006
Curso de Técnicas em Terapias Manuais – IBRAFISIO - 2007 
Curso Drenagem Linfática Método Leduc – 2007
Curso Avançado de Pilates nos Aparelhos – Tao Pilates – 2008
Curso de Pilates nas Patologias da Coluna Vertebral – Tao Pilates – 2009
Curso Osteopatia (90 h) – Tao Pilates - 2011


Informações:
TAO PILATES® INSTITUTO DE MEDICINA EXERCÍCIO E DO ESPORTE
Fone: (48) 3228-9898
WWW.TAOPILATES.COM.BR
secretaria@taopilates.com.br

NOTA- INSTRUTOR RESPONSÁVEL PELO CURSO PODERÁ SER ALTERADO, CASO HAJA ALGUM IMPEDIMENTO.

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Periodização do treinamento busca equilíbrio ideal entre atividade física e rendimento



Os benefícios dos programas de treinamento têm sido estudados com o auxílio da ciência desde o século passado. Na medida em que as exigências físicas das diferentes modalidades evoluem, a busca pela melhora do rendimento e otimização da performance se torna quase uma obsessão.

O risco que se corre é o chamado “exagero da dose” com consequente prejuízo do desempenho pelo excesso de treinamento. Este quadro sempre preocupa, desde o atleta de elite até o atleta amador, que busca a melhora do desempenho com o aumento muitas vezes mal programado da carga de treinamento.

A área das ciências do esporte que aborda este tema é a chamada periodização do treinamento, que, em poucas palavras, busca o equilíbrio ideal entre treinamento e performance nas diferentes fases de uma temporada. Para termos uma ideia simplificada deste tema, podemos analisar o gráfico abaixo que procura exemplificar de forma didática o que se entende por periodização do treinamento.

Abaixo são analisadas três variáveis: aptidão física, fadiga e performance. A aptidão física representa o quanto os sistemas fisiológicos estão capacitados a produzir energia, na dependência do tipo de solicitação física. A fadiga representa o impacto da carga de treinamento nos diferentes indicadores fisiológicos, e que certamente vai prejudicar o desempenho. A performance é sempre o resultado da interação entre a aptidão física e a fadiga, e reflete o resultado prático em termos de desempenho físico.

Na FASE 1, temos o momento do início de uma temporada, no qual as variáveis estão “zeradas”.
Na FASE 2, uma situação na qual a carga de treinamento é intensa, como em uma pré-temporada, e o resultado é a rápida elevação do índice de fadiga, com melhora moderada da aptidão física, mas um aumento muito pouco significante da performance.
Na FASE 3, a adaptação à carga de treino diminui o índice de fadiga e melhora ainda mais a aptidão física, resultando em boa melhora da performance.
Na FASE 4, temos a situação ideal. Com a diminuição da carga de treino, a fadiga cai sensivelmente, e apesar de existir até uma eventual redução da aptidão física, a performance atinge seu pico, proporcionando o melhor desempenho físico. Esta é a situação que se busca para o melhor resultado durante uma temporada.

O desafio dos atletas amadores e profissionais é adequar ciclos como esse ao longo de uma temporada para obter vários momentos de pico de desempenho.

Por TURÍBIO BARROS –  Mestre e Doutor em Fisiologia do Exercício pela EPM. Foi membro do American College of Sports Medicine, professor e coordenador do Curso de Especialização em Medicina Esportiva da Unifesp e fisiologista do São Paulo FC e coordenador do Departamento de Fisiologia do E.C. Pinheiros www.drturibio.com

Matéria publicada no site Globo.com


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