quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Atividade física na gravidez é recomendada por especialistas


Em geral, as atividades mais procuradas pelas gestantes estão relacionadas à caminhada, yoga e hidroginástica. Esta última, em especial, consegue proporcionar o alívio da pressão nas articulações dos membros inferiores, o auxílio do retorno venoso e do sistema linfático. Entretanto, uma gestante saudável e adepta da musculação (ou de outras atividades) pode continuar o seu treino tranquilamente desde que siga todas as orientações do professor e respeite os novos limites do corpo.

Prática segura melhora o condicionamento físico, a manutenção da postura e da diminuição dos problemas do sistema musculoesquelético, como dores nas costas e no quadril.

A gravidez é um momento especial da vida. Um período de transformações do corpo, mente e principalmente de doação e dedicação. Esta nova mamãe deve ter uma alimentação correta, seguir as orientações do médico e praticar atividade física para obter uma série de benefícios para ela e para o bebê.

Durante a gestação, o organismo materno passa por várias alterações metabólicas, físicas e emocionais. Cada mudança é necessária para que esta nova mãe consiga atender todas as demandas características do período gestacional, do parto e do período pós parto. Dentre as principais alterações, podemos destacar o aumento da liberação de estrógeno e de progesterona; alteração no tempo de reação e equilíbrio; alterações nos processos emocionais e cognitivos, como insônia e ansiedade e aumento das mamas, da frequência cardíaca e do volume de sangue.

Diante dessas características, a prática de uma atividade física agradável e segura pode trazer diversos benefícios através da melhora do condicionamento físico, da manutenção da postura e da diminuição dos problemas do sistema musculoesquelético, como dores nas costas e no quadril.

Em geral, as atividades mais procuradas pelas gestantes estão relacionadas à caminhada, yoga e hidroginástica. Esta última, em especial, consegue proporcionar o alívio da pressão nas articulações dos membros inferiores, o auxílio do retorno venoso e do sistema linfático. Entretanto, uma gestante saudável e adepta da musculação (ou de outras atividades) pode continuar o seu treino tranquilamente desde que siga todas as orientações do professor e respeite os novos limites do corpo.

O coordenador fitness da Bodytech, Igor Ravaiani, explica que, se a gestante não possuir qualquer restrição médica, o exercício é bem-vindo. Ele diz que a grávida deve passar por uma avaliação para identificar problemas como pressão alta e placenta baixa. Se não houver a ocorrência deles, é apropriado um mix de musculação e atividade aeróbica, como a caminhada.

Segundo a Associação de Ginecologistas e Obstetras de Minas Gerais (Sogimig), para iniciar uma atividade física sem complicações o ideal é que a gestante tenha o respaldo do próprio médico, de um fisioterapeuta, um educador físico e um nutricionista.

Matéria publicada no site O Tempo

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Os três erros comuns dos corredores


Correr mais do que o estipulado na planilha, usar suplementação e anti-inflamatório sem orientação podem atrapalhar os planos de quem corre e afetar os resultados.

Muitas alterações positivas trazidas pelos exercícios não são visíveis no espelho ou na balança logo de cara, nos primeiros treinos dos corredores. Muita gente espera perder peso instantaneamente e ir mais longe e mais rápido em um piscar de olhos. A perda de peso, a redução de medidas, o ganho de condicionamento e o refinamento das estratégias de corrida (entre outros) vão acontecer, mas é preciso tempo para condicionar músculos, ligamentos e tendões. Confira alguns erros comuns que podem atrapalhar os seus planos.


Correr mais do que o estipulado na planilha

Correr alguns quilômetros a mais no final do seu treino pode ser um daqueles atalhos que te levam a um beco sem saída. O excesso de corrida acaba gerando um efeito contrário ao esperado. Uma planilha bem estruturada obedece a uma série de variáveis, importantes para a sua evolução. Se você passa do ponto, sua recuperação pode ficar comprometida. E aí você fica mais cansado, aumentando os riscos de se machucar ou ficar doente.



Usar suplementação sem orientação

A cada dia que passa, mais e mais produtos aparecem nas prateleiras das lojas. Há opções para todo tipo de esporte e treinamento. O problema é que muita gente encara esses produtos como verdadeiros compostos milagrosos e se esquecem de que eles servem para suprir algo que está em falta. Ou seja, não adianta comprar o que há de mais moderno e completo no mercado se, antes, você não melhorar a sua dieta. Quem faz uso de suplementos sem orientação e de forma exagerada pode começar a engordar, ter distúrbios intestinais e até sofrer com a falta de alguma substância essencial para o corpo.



Usar anti-inflamatório, sem orientação, para conseguir treinar

Ao aliviar a dor de uma lesão, os remédios podem passar uma falsa sensação de recuperação acelerada. Ao ingeri-los sem orientação, você mascara os incômodos e passa a correr com um problema mais grave, sem perceber. Assim, algo fácil de resolver em dias pode se transformar em semanas de molho.


Por Gustavo Luz é educador físico formado pela Estácio de Sá, treinador de corrida e triatlo desde 2006 e praticante há quase 18 anos. Diretor técnico da G-LUZ Top Team, vive atento a tudo que se refere à fisiologia do exercício. Também fala com conhecimento empírico de quem está sempre frequentando as competições.

Matéria publicada no site Globo.com

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Slackline: exercício de andar sobre fita une equilíbrio e concentração


Além dos benefícios físicos, o slackline melhora a concentração, a vida social. A prática ajuda a pensar melhor, o esporte tranquiliza, relaxa, ajuda a aprender a limpar a mente.

Você passa pela praça e vê uma fita estendida entre dois pontos. Pode estar presa em uma árvore, em uma coluna de cimento ou de madeira. E entre um ponto e outro tem uma, ou às vezes até duas pessoas, caminhando como se andassem no ar. Se não estiver com pressa, você vai ficar mais um pouco e logo verá que, para quem está ali sobre aquela fita, ela se transforma na melhor distância entre dois pontos, que pode ser percorrida a passos curtos ou entre um e outro salto mortal. Essa fita recebe o nome de slackline.

Manhã de domingo. É primavera, mas o clima é de um verão daqueles, que só o Brasil tem. A praça José Mota está movimentada, parte da avenida Rondon Pacheco está fechada para os carros e muitas famílias aproveitam para caminhar, andar de bicicleta, patins e skate e levar as crianças para passear. Entre o asfalto da Rondon e a academia ao ar livre na praça tem um banco de areia. O espaço deve ser usado pelas crianças que brincam de fazer seus castelos, mas agora, com duas fitas sobre a área, é o slackline que chama a atenção de quem passa.

Por ali, as mochilas são colocadas ao pé da árvore, dentro delas algumas frutas e garrafas de água. Seus donos estão por ali, “surfando” ou dando saltos mirabolantes na slackline. Hendle Santos de Assunção, 21 anos, é praticante há nove meses. Natural de Coromandel, foi lá onde ele conheceu o esporte. “Andava com os amigos, mas nem tínhamos a corda própria, andávamos em fitas de caminhão mesmo”, lembra.

Quando chegou a Uberlândia, não demorou para encontrar pessoas com interesse comum. “Comecei a treinar mais incentivado por eles, a partir daí fui melhorando nas manobras.” E que manobras! Só de olhar ele saltar, cair com o peito sobre a corda, subir de novo, dar mortal para frente, mortal para trás, é de tirar o fôlego dos mais fracos.

Além da praça José Mota (mais conhecida como praça do Centro de Tecelagem), ele pratica com os amigos na Praça Sérgio Pacheco e no Parque do Sabiá.

Estudante vislumbra um futuro sobre a fita

Aos 17 anos, Luiza Bernardes de Andrade Gomes está terminando o segundo ano do ensino médio. Há um ano e meio, o slackline entrou na vida dela e não parece que vai ser algo passageiro. “Quero fazer Educação Física para dar aulas de slackline. Eu e alguns amigos queremos ter uma academia um dia. Não é nada concreto ainda, por enquanto”, disse. Em tempos em que os jovens muitas vezes são criticados por não pensarem no futuro, só esta ideia já dá pontos extras para Luiza Gomes e os amigos.

Quando se vê a movimentação dela, o equilíbrio, a concentração, não dá para imaginar que estava há algum tempo parada. Machucou o joelho no esporte. Mas não reclama. “A gente praticou na praça da Bicota, onde não deveria, lá o chão não é protegido”, explica. Agora ela está bem, mas segue direitinho as regras. “Geralmente treinamos com colchões, mesmo que seja sobre a grama ou em bancos de areia, para absorver possíveis impactos.”
Apesar da paixão pelo esporte, a frequência dos treinos depende de outras atividades da semana. Quando possível, ela pratica slackline quatro dias por semana, outras vezes só no domingo. A popularidade do esporte só aumenta. Sinal disso é que Luiza Gomes e os amigos já foram convidados até para se apresentarem em escolas.

Praticantes estão de braços abertos para iniciantes

Mike Rodrigues Santos tem 26 anos, é paciente e gosta de ensinar. Percebe-se pelo jeito que ele recebe a reportagem. Praticante de slackline há dois anos, ele afirma ter optado por este esporte, porque, além de trabalhar todos os músculos do corpo, faz bem para a mente.

“Além dos benefícios físicos, o slackline melhorou minha concentração, melhorou minha vida social, porque fiz mais amigos. Quando pratico, eu penso melhor, o esporte me tranquiliza, me relaxa, porque você tem que aprender a limpar a sua mente”, afirma.

Ele aponta para um menino de 12 anos que está dando um show em manobras do trick e aproveita para dizer que o esporte não tem restrição de idade. De crianças a idosos tem praticante, claro, cada um no seu tempo e dentro de sua habilidade. O importante é começar em um lugar apropriado, com colchões, porque a execução de algumas manobras geralmente machuca. Como dizem os atletas: sem dor, sem ganho.

“Sempre que alguém se aproxima e faz perguntas, eu respondo, porque acho legal divulgar o esporte, contar da origem. O Brasil já tem um campeão mundial de slackline e neste ano é sede do campeonato mundial, em Foz do Iguaçu (que aconteceu entre 9 e 11 de outubro). O esporte tem tudo para ficar cada vez mais popular aqui”, afirmou.

Ele estima que Uberlândia tenha entre 30 e 40 atletas que praticam sem folga, mas há mais de cem pessoas que eventualmente comparecem aos encontros para treino. “Deve ter mais gente, esses são só os que eu sei”, diz.

Slackline faz baiano se mudar para Minas Gerais

Faz tempo que a crise é assunto em tudo quanto é lugar. São os impostos altos, preços altos, salário baixo, falta de emprego… A coisa está feia mesmo. O que fazer diante dessa situação? Buscar algo melhor. E faz pouco mais de um ano que o técnico em segurança eletrônica Matheus Vidal, de 21 anos, trocou Itamaraju, uma cidade no sul da Bahia com pouco mais de 60 mil habitantes, por Uberlândia. E o que o slackline tem a ver com isso?


“Eu morava em uma cidade muito pequena. Comecei a praticar slackline sozinho e comecei errado. Minha base era toda errada. E eu me apaixonei pelo esporte. Te incentiva a querer melhorar sempre, a cada manobra. Eu queria evoluir e lá não teria como. Vi que em Minas Gerais havia muitos praticantes e escolhi Uberlândia. Vim para cá com dois pensamentos: conseguir um emprego e praticar slackline”, recorda.


Vidal veio sozinho para Uberlândia, deixando pais e irmãos em Itamaraju. E as coisas vão bem para ele. “Entrei numa loja de manhã e ao meio-dia já estava trabalhando, comecei no primeiro lugar onde fui procurar emprego”, conta. E o slackline… “O esporte me trouxe novos amigos. Agora, Bahia é só no Carnaval, festa de São João e visitas à família”, finaliza.

Repórter treme nas bases

Antes de encerrar a reportagem resolvi sentir esse esporte que meus entrevistados tanto amam. Resolvi tentar – na corda baixa – afinal, olhando parece tão fácil! Com Hendle Assunção de um lado e Mike Santos do outro eu subi na fita elástica. “Não olhe para baixo. Foca em um ponto à sua frente no final da linha. Flexiona o joelho, usa a outra perna como se fosse outro braço. Respira, relaxa”, dizem.

Mesmo a menos de meio metro da areia fofa eu literalmente tremi nas bases. A parada é difícil! Parabenizei mais ainda os atletas, porque o que eles fazem nessa fita elástica não é para qualquer um! É preciso persistência, disciplina e não ter medo de se machucar.

Saiba mais sobre o slackline

Origem: anos 80, nos campos de escalada do Vale de Yosemite, nos Estados Unidos. Popularizou-se no Brasil a partir de 2010

Quem pode praticar: crianças a partir de 5 anos, jovens, adultos e idosos que não tenham nenhuma restrição médica ao esporte

Equipamento básico: uma catraca de tensão e uma fita de 15 m de comprimento e 5 cm de largura encontrados no valor aproximado de R$ 100 dependendo da loja e da marca

Slackline: fita elástica estendida entre dois pontos fixos que fica a mais ou menos 80 cm do chão
Trickline: fita montada um pouco mais alta para execução de manobras
Jumpline: acrobacias com saltos
Longline: fita com o cumprimento maior – chega a 40 m – que existe mais força muscular e equilíbrio dos atletas
Highline: praticado a mais de 5 m de altura e para chegar aí, estima-se que é preciso pelo menos seis anos de experiência e conhecimento de alpinismo
Waterline: prática do slackline sobre a água

Brasileiros: o carioca Carlos Neto venceu o Mundial da Gibbon em 2013 e participou da turnê de 30 anos da estrela pop Madonna em uma coreografia executada na fita. Gabriel Aglio é o primeiro campeão brasileiro da modalidade

Matéria publicada no site Correio de Uberlândia

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Cardiopatas podem se exercitar?


Antes de iniciar qualquer programa de treinamento físico, os cardiopatas devem necessariamente passar por uma avaliação médica e testes laboratoriais, que irão determinar as condições atuais e quais exercícios podem ser prescritos.

Em geral sim, entretanto indivíduos que possuem qualquer cardiopatia necessitam de acompanhamento de um cardiologista e de um profissional de Educação Física especialista na prescrição de exercício nessas condições.

Antes de iniciar qualquer programa de treinamento físico, os cardiopatas devem necessariamente passar por uma avaliação médica e testes laboratoriais, que irão determinar as condições atuais e quais exercícios podem ser prescritos.

As doenças no coração que impedem completamente a prática de exercícios físicos são poucas. Em geral existe limitação para a execução de determinadas atividades, que devem ser discutidas entre o cardiologista e o profissional de Educação Física.

Ao contrário do que se defendia no passado, hoje já é comprovado que a grande maioria das cardiopatias na infância não impede que a criança pratique exercícios no ambiente escolar, inclusive faz parte do tratamento em várias situações.

As estratégias de prescrição não são as mesmas em relação a outros indivíduos. Os cardiopatas normalmente não estão aptos a exercício no mesmo volume e intensidade. Como exemplo, a caminhada não será com a mesma distância e velocidade.

A grande questão é que a maioria das cardiopatias na fase adulta são causadas justamente pelo sedentarismo, hábitos alimentares ruins, estresse, etc.

A lição que tiramos a respeito é que a prática de exercícios físicos é uma necessidade, ficando à sua escolha, caro leitor, praticar para manter uma vida saudável ou para recuperar a saúde no futuro. A primeira opção sem dúvida é a mais fácil, ainda está em tempo de escolher.

Marcelo Algauer de Almeida é formado em Educação Física, pós-graduado em Fisiologia do Exercício. Professor universitário, preparador físico e faixa preta de Taekwondo.

Matéria publicada no site Paraná On line

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Especialista revela que atividade física é fundamental para tratamento da dor na coluna e prevenção de incapacidades


O “Global Burden of Disease Study” (O Estudo Global do Fardo das Doenças) concluiu que as condições musculoesqueléticas são as principais causas de incapacidade, bem como o segundo a provocar mais fardo às pessoas, perdendo apenas para o câncer. Nesse sentido, diversas evidências demonstram que a atividade física adequada é fundamental para um tratamento eficaz e prevenção de incapacidades, tais como dores nas costas.

Para fisioterapeuta, paciente com dor na coluna deve realizar um tratamento adequado, e se movimentar, buscando sempre a evolução progressiva de exercícios.

O “Global Burden of Disease Study” (O Estudo Global do Fardo das Doenças) concluiu que as condições musculoesqueléticas são as principais causas de incapacidade, bem como o segundo a provocar mais fardo às pessoas, perdendo apenas para o câncer. Nesse sentido, diversas evidências demonstram que a atividade física adequada é fundamental para um tratamento eficaz e prevenção de incapacidades, tais como dores nas costas.

Na opinião do fisioterapeuta Giuliano Martins, diretor regional da Associação Brasileira de Reabilitação de Coluna (ABRColuna) e proprietário do ITC Vertebral Ribeirão Preto (SP), o país está atrasado em relação a essa conclusão porque a maioria dos profissionais de saúde não possui conhecimentos dos estudos e continuam prescrevendo ou orientando pacientes a fazerem repouso, se afastarem do trabalho e até mesmo de suas atividades de vida diárias.

“Devemos incentivar o paciente com dor na coluna a realizar um tratamento adequado, e a se movimentar cada vez mais, dentro de suas capacidades físicas, buscando sempre a evolução progressiva de exercícios e cargas”, diz.

Segundo ele, alguns pontos merecem uma reflexão pois é preciso descobrir qual a melhor modalidade, a frequência semanal, duração do treino e intensidade. “Com um trabalho de um profissional que se importa com estes detalhes e estimula o paciente a progredir, a dor irá diminuir e ele ficará cada vez mais feliz e satisfeito. Precisamos estimular e motivá-lo, jamais assustá-lo pois isso poderá gerar cinesiofobia (medo do movimento) e catastrofismo”, informa.
Martins explica que hérnia de disco, abaulamento discal, artrose facetária, degeneração discal, instabilidade lombar, estão entre as doenças mais comuns relacionadas às condições musculoesqueléticas dos brasileiros.

Para o especialista, os fisioterapeutas deveriam se preocupar mais com as pessoas que vivem com dor e incapacidade. “Alguns profissionais não conhecem estes estudos e consequentemente acreditam que tudo está sendo feito de maneira correta. Notamos diariamente nos nossos consultórios pacientes cansados de tratamentos com diversos tipos de medicamentos, indicações cirúrgicas desnecessárias e sessões de fisioterapia que não geram alívio algum de dor. Experimentam diversas técnicas e não obtém resposta. Poucos seguem a linha de trabalho de ouvir, analisar o histórico de vida, acalmar e principalmente motivar o paciente à pratica de atividade física. A dor e a incapacidade se combate com tratamento correto e exercícios”, afirma.

Na opinião dele, é preciso avaliar sempre cada caso com muito cuidado. “É fundamental prescrever exercícios conforme a incapacidade e a dor e estimular o paciente a realizar os movimentos com segurança para alívio desses desconfortos”, conclui Martins.

Sobre o ITC Vertebral – Fundado pelo fisioterapeuta Helder Montenegro, presidente da Associação Brasileira de Reabilitação de Coluna (ABRColuna) e reconhecido como um dos maiores especialistas em tratamento de coluna no Brasil, o Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral iniciou suas atividades em 2005, em Fortaleza (CE).

Em apenas dois anos foram mais de 700 pacientes tratados, com êxito, pelo método RMA. Tais resultados alcançaram grande projeção e o ITC Vertebral passou a receber pacientes de todo o Brasil. Com o aumento da demanda, o ITC Vertebral decidiu formatar a primeira franquia em fisioterapia do país e, em 2007, deu início à uma expansão que já contabiliza 72 unidades no país.Capitais como São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, por exemplo, já contam com mais de uma unidade do Instituto. O ITC Vertebral é afiliado à ABF (Associação Brasileira de Franquias). Em 2010, foi ranqueado pela Revista Pequenas Empresas Grandes Negócios em primeiro lugar no quesito crescimento econômico e terceira posição em satisfação dos franqueados que, juntos, já trataram mais de 30 mil pacientes.

Por conta do reconhecido trabalho, o ITC Vertebral recebeu convites para demonstrar seus resultados no México, Inglaterra, Holanda, Portugal, Argentina, Chile e Venezuela, países que estão em vias de instalar unidades do Instituto.

Matéria publicada no site Segs

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Estudo revela o grande risco associado à maratona


Pesquisadores da Universidade de Monash, na Austrália, liderados pelo luso-australiano Ricardo da Costa, revelam o maior risco associado à maratona e ultramaratona. De acordo com o estudo realizado, as pessoas que alinham neste tipo de competição e que não se prepararam adequadamente para tal, correm o risco de envenenamento do sangue.

Correr uma maratona não pode, nem deve, ser uma decisão tomada de ânimo leve. E um recente estudo da Universidade de Monash, levado a cabo por um luso-australiano, explica porquê.

Pesquisadores da Universidade de Monash, na Austrália, liderados pelo luso-australiano Ricardo da Costa, revelam o maior risco associado à maratona e ultramaratona. De acordo com o estudo realizado, as pessoas que alinham neste tipo de competição e que não se prepararam adequadamente para tal, correm o risco de envenenamento do sangue.

Segundo a revista, em causa está a deslocação das bactérias do intestino para a corrente sanguínea, algo que acontece quando se pratica uma atividade física intensa mas que aumenta quando se correm grandes distâncias, como acontece com a maratona (42 quilómetros) ou ultramaratona (mais do que 42 quilómetros).

Sempre que as bactérias se deslocam para o sangue de forma anormal, o corpo responde da maneira mais agressiva possível: inflamação das células do sistema imunitário, que, em casos extremos, pode dar origem a uma grave infecção generalizada do sangue.

A situação agrava-se nos dias de maior calor, mas pode nem sequer chegar a ser um problema para aqueles que treinam devida e continuamente para este tipo de atividade intensa, uma vez que o corpo é mais capaz de criar mecanismos imunitários que neutralizam este efeito.

A conclusão da equipa liderada pelo ex-atleta e ex-membro da Federação Portuguesa de Triatlo analisou vários atletas que participam e maratonas e ultramaratonas e concluiu que “quase todos os participantes tinham marcadores sanguíneos idênticos aos pacientes admitidos no hospital com envenenamento do sangue”.

Matéria publicada no site Notícias ao Minuto

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segunda-feira, 26 de outubro de 2015

INSCRIÇÕES ABERTAS!!! - CURSO AVANÇADO DE PILATES NOS APARELHOS - JOINVILLE/SC


INSCRIÇÕES ABERTAS !!!


Descrição:
CARGA HORÁRIA: 16 horas /Mec

Estudos on line – Acesso a Videolivraria

Pré-requisitos:
Instrutores de Pilates - com formação completa (solo e aparelhos).
Conteúdo:

1 - Série de exercícios Intermediários e Avançados no Reformer,Cadillac e Chair

CADILLAC- 33 EXERCÍCIOS COM 58 VARIAÇÕES

REFORMER- 43 EXERCÍCIOS COM 55 VARIAÇÕES

CHAIR- 27 EXERCÍCIOS COM 30 VARIAÇÕES

2- Como evoluir e acompanhar o treinamento e a reabilitação.

3- Avaliações minuciosas da execução e correção de cada exercício

4-Supervisão de detalhes

5- Discussões de caso

6- Mini-laboratorio

Corpo Docente:
Dr. Joel Steinman - e equipe do TAO PILATES

Médico com mais de 35 Anos de experiência clinica
Surfista há 35 anos
Especialista em Medicina Esportiva - Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte Especialista em Acupuntura e Manipulação Vertebral (quiropraxia) na China pela Academia de Medicina Tradicional Chinesa de Beijing- China - Membro do Colégio Médico Brasileiro de Acupuntura
Especialista em Pediatria pela Sociedade Brasileira de Pediatra
Mestre em Saúde pela Universidade de Paris
Membro do Pilates METHOD ALIANCE
Pós graduação em Posturologia
Cursou programas de formação na Austrália
Criador do TAO PILATES, voltado a reabilitação e reestruturação do movimento
Membro da Sociedade Brasileira de Medicina Física e de Reabilitação
Diretor Médico do Campeonato Mundial de Surf – WCT Brasil
Diretor Tao Pilates Instituto de Acupuntura e Medicina do Esporte
Autor do livro Surfing and Health (Meyers&Meyers)
Autor do livro Surf e Saúde

Informações:
TAO PILATES® INSTITUTO DE MEDICINA EXERCÍCIO E DO ESPORTE
Fone/Fax: 048-3228-9898
WWW.TAOPILATES.COM.BR


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