sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Revista da USP: maratonas e aulas de ed. física?



Estudo científico de Revista da USP mostra como as Maratonas podem ser difundidas em aulas de ed. física

Estudo científico publicado por uma das principais revistas acadêmicas de educação física do país ajuda profissionais e, principalmente, professores da área a introduzir alguns conceitos da Maratona em aulas de educação física.

A pesquisa “Registros da maratona em Jogos Olímpicos para a difusão em aulas de Educação Física”, desenvolvida pelos autores Sara Quenzer Matthiesen; Guy Ginciene; e Fernando Paulo Rosa de Freitas divide um contexto histórico bastante amplo dessa clássica modalidade e defende a história do esporte como uma disciplina de profunda importância em cursos de graduação na área.

Pautada em pesquisa documental, o objetivo desse trabalho consistiu em investigar as alterações pelas quais a maratona passou ao longo dos anos, visando a difusão desse conhecimento, especialmente, em aulas de Educação Física.

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Você sabe se alongar?



Na hora do estica e puxa, você alonga o músculo ou o nervo? Entenda a diferença!

Sabe aquele movimento que você viu alguém fazendo e resolveu imitar porque te disseram que era bom para alongar um determinado músculo? Pois bem, você pode estar alongando um nervo, piorando ainda mais a situação do músculo que julgou estar “encurtado”.

O músculo é um tecido fibroso capaz de aumentar e reduzir o deslocamento entre suas fibras, que deslizam umas sobre as outras, como uma porta sanfonada que corre sobre seu trilho (mas que tem um motor acoplado para fazer isso sem precisar de nenhum empurrão).

Quando esta porta se abre totalmente, fica mais espessa e densa e quando está totalmente fechada, fica mais comprida e fina, da mesma forma que um músculo contraído e relaxado, respectivamente. Quando esta porta fica emperrada, ou seja, quando um músculo não relaxa, alguns dizem que ele está “encurtado” e precisa ser alongado para se soltar, enquanto outros (como eu) preferem apenas dizer que ele está contraído e precisa ser relaxado.

Já o nervo é um outro tecido, que não possui esta capacidade de contrair e relaxar, muito menos de alongar. É como um fio de energia, que liga nosso cérebro e nossa medula com praticamente tudo no nosso corpo, como órgãos, vísceras, olhos, boca, pele, tendões e músculos. Ou seja, eles são as vias de comando do nosso corpo. Por exemplo, quando queremos contrair o músculo da coxa, nosso cérebro envia um sinal que, através dos nervos, chega na coxa e gera uma contração no músculo desejado. Além de ser uma via de controle, também tem a função da sensibilidade. Graças aos nervos, sabemos diferenciar o calor do frio, salgado do doce, duro do mole, tenso e relaxado, deitado ou sentado etc.

Agora que sabemos a (grande) diferença entre eles, vamos ao que interessa: como saber qual deles estamos alongando? Para isso, vamos dar mais algumas informações. O nervo é bem mais fino que o músculo, portanto, quando um nervo é tensionado (afinal, ele não se alonga), a pessoa sente um fio com trajeto bem definido sendo esticado, geralmente parecido com uma queimação fina nesse trajeto, afinal, estamos realizando uma tração na estrutura mais sensível do corpo!

É bem mais incômodo quando comparamos com o alongamento muscular, que é mais largo e bem menos dolorido. Neste momento, tenho certeza que alguns já lembraram daquele “alongamento” para o músculo posterior da coxa, colocando a perna em cima de algum apoio alto, esticando os joelhos, inclinando o corpo para frente e puxando a ponta do pé para trás. Ele é um típico exercício para gerar tensão em todo o trajeto do seu nervo ciático!

Para esticar seu músculo posterior da coxa, apoie toda sola do seu pé em cima de um degrau alto com o joelho dobrado, incline seu corpo para frente, mas mantendo o abdômen esticado (ou seja, rodando a pelve para frente, levando o púbis em direção ao chão) e vá aos poucos esticando o joelho, levando o quadril para trás, até sentir o músculo atrás da coxa tensionado (a maioria vai notar que não conseguem esticar todo o joelho!).

Tentar alongar um nervo pode ser lesivo, pois o aumento da tensão nesta estrutura pode alterar sua sensibilidade e sua tolerância a estímulos, comprometendo sua função e podendo gerar sintomas como dor local, dores irradiadas, alterações de tônus muscular (sensação de fraqueza e instabilidade), falta de confiança e consequente compensação de movimentos, entre diversos outros. Ou seja, possivelmente seriam alguns dos motivos pelos quais alguns estudos demonstram que o alongamento antes de atividades físicas pode aumentar o número de lesões.

Por conta de tudo isso, fique atento ao seu corpo. Se você começar a sentir qualquer coisa parecida com o descrito acima, procure por auxílio profissional. Evite sair imitando as pessoas sem antes entender as razões pelas quais elas fazem (e como fazem) determinados exercícios. Cuide-se bem para correr sempre!
Matéria publicada no sita do Ativo.com

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Biomecânica: Phd explica por que Bolt é um fenômeno nas pistas



Darwin, Usain Bolt e as Ciências do Esporte: saiba o motivo que faz Darwin estar certo, Bolt correr tão rápido e por que amamos as Ciências do Movimento Humano.

A evolução humana é algo que nos deixa espantados. Charles Darwin, se vivo, estaria orgulhoso em falar de alguns seres humanos, que podemos classificar como evoluídos. Do ponto de vista esportivo vamos falar do homem mais rápido do mundo, Usain Bolt, jamaicano, com 94kg e 195cm de estatura, multicampeão olímpico e mundial, recordista mundial dos 100 e 200 metros rasos, além do revezamento 4 x 100 metros como integrante da equipe da Jamaica.

Uma das possibilidades é cogitar que a velocidade de passada (passos) dele é maior quando comparada a corredores amadores. Isso era falado nas olimpíadas de 2012 quando eu estava fazendo meu estágio do doutorado na Inglaterra. Mas essa ideia não tem muito fundamento quando contamos os passos que, amadores dão para completar os 100m e comparamos com quantos passos que Bolt precisa para completar a mesma distância. Segundo Sam Allen, pesquisador da Universidade de Loughborough, na Inglaterra, onde estive, Bolt faz em média 42 passadas e amadores 50-55 nos 100m rasos.

Quando comparei as passadas de Bolt, contra as do medalhista de prata Justin Gatlin, foram 42 para Bolt vs 45 para Gatlin. Em cada passada, Bolt percorre a incrível marca de 2,38 metros e Justin Gatlin, o medalhista de prata de 2016, faz uma passada de 2,22 metros.

Sendo assim, a cada passada de Bolt apresenta uma vantagem de 16cm sobre o segundo colocado. Em partes é isso que permite a Bolt ter uma marca de 9,81 segundos e Gatlin 9,89 em 2016, são apenas 8 milésimos de segundo que fazem o campeão olímpico.

Pesquisadores do IOP Science calcularam que Bolt quando bateu recorde com um tempo de 9,58 segundos nos 100m, atingiu uma velocidade de 12,2 metros por segundo, o equivalente a 27 mph sem dúvida alguma uma velocidade bem grande, isso dá aproximadamente 43km por hora.

Mas como explicar isso?
A resposta é quase que óbvia, ele tem pernas mais compridas. Isso é o que diz John Barrow, da Universidade de Cambridge, parte da eficiência e velocidade do homem mais rápido do mundo vem do “extraordinário comprimento da passada”, e isso acaba compensando a largada não tão boa quando comparada aos seus adversários. Claro que devemos considerar mais fatores fisiológicos e bioquímicos para explicar, quem sabe, tudo que cerca o homem mais rápido do mundo.
Quer saber os dados para os 200m? Faça os cálculos…

Mas você deve estar pensando: “Será que chegamos ao limite de velocidade”?
Bem… A evolução poderá provar que não.

(Fonte: O Prof. André Lopes é Phd em Ciências do Movimento Humano e acaba de lançar o livro “Métodos e princípios para hipertrofia muscular”. Para comprar o livro clique aqui).

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terça-feira, 16 de agosto de 2016

Exames ajudam a identificar limites de atividade física para cada pessoa



O painel genômico, um exame que mapeia o DNA. Pela saliva, são analisados 140 marcadores genéticos. Custa cerca de R$ 2,4 mil, mostra, por exemplo, como o corpo processa os alimentos, como o metabolismo funciona ou se existe pré-disposição para alguma doença. A partir do levantamento, é possível formular dietas e atividade físicas que trarão um melhor resultado.

Não são raros os casos de pessoas que se exercitam sem o acompanhamento de um profissional ou mesmo que não tenham feito qualquer avaliação prévia. Situações como estas, apontam especialistas, podem ser bastante prejudiciais, como o acarretamento de lesões ou o agravamento de algumas já existentes. Por isso, todo cuidado é pouco.

Quando se começa a praticar uma atividade física, é normal que haja algum desconforto. Principalmente se é a primeira vez ou se a pessoa estava há muito tempo sedentária. “Se a dor, por exemplo, perdurar por 24, 48 horas ou mais, é sinal de alerta”, aponta o professor de educação física, Juliano Mora.

Por isso, aponta, sempre existe um limite, seja ele resultado de uma doença, da própria idade ou mesmo do condicionamento físico. Quem não presta atenção nisso acaba machucado. O advogado Bruno Nogueira Franco, que mora em Cascavel, no oeste do Paraná, descobriu isso tarde demais. Hoje sofre com dores na coluna.

“Os excessos na minha infância causaram essas dores, provocadas por um desgaste na minha coluna vertebral. Aos sete anos eu comecei a praticar luta, aos 11 anos eu comecei a fazer musculação. Iniciei sem acompanhamento. Colocava o peso, fazia como eu queria. Isso acabou gerando as limitações que eu tenho hoje”, conta.

As dores surgiram na faculdade e continuaram a atrapalhar na profissão. Como advogado, a rotina de Bruno é sempre a mesma: boa parte do dia sentado, trabalhando no escritório. “Eu sentia dores e nas pernas sentia uma certa dormência.”

Ele procurou um neurologista, que recomendou exercícios físicos, mas com acompanhamento. De segunda a sábado, três vezes por semana depois do expediente, ele vai para a academia. Em outros dois dias, Bruno faz pilates. “Há mais ou menos quatro anos eu comecei o acompanhamento com um personal trainer. As dores são menos frequentes. E, hoje tenho uma vida praticamente normal, mas sem deixar de lado o que eu gosto de fazer, que é me exercitar.”

O ortopedista Marcelo da Silva pratica cross training. Ele explica que as lesões com este tipo de atividade são mais frequentes nas articulações, como joelhos, tornozelos, ombros e coluna. “Isso é muito comum quando não se tem alguém habilitado orientando. No caso de pequenas lesões, se você não dá um intervalo para se recuperar, elas acabam não cicatrizando, o que leva a lesões maiores”, explica.

Preparação e cuidados

Até a escolha do tênis pode interferir no rendimento do treino e na saúde. Atividades de impacto pedem modelos com bom amortecimento. O primeiro passo é descobrir o estilo da pisada.

Mas, antes mesmo de se iniciar a atividade escolhida, é importante conversar com um médico, para quem se deve falar, inclusive, o histórico familiar de doenças. Outro importante teste é o cardiológico, feito na esteira, que vai mostrar o condicionamento físico e diversas informações sobre a saúde de quem está sendo examinado.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 16,6 milhões de pessoas morrem todos os anos de doenças cardiovasculares, o que equivale a um terço do total de óbitos no mundo registrados em 2001. O órgão aponta ainda que mais da metade desses casos poderia ser evitada com cuidados com a alimentação e a prática de exercícios.

Para quem busca um exame mais completo, a dica é o painel genômico. O equipeamento mapeia o DNA. Pela saliva, são analisados 140 marcadores genéticos. O exame, que custa cerca de R$ 2,4 mil, mostra, por exemplo, como o corpo processa os alimentos, como o metabolismo funciona ou se existe pré-disposição para alguma doença. A partir do levantamento, é possível formular dietas e atividade físicas que trarão um melhor resultado.

O importante, é deixar o sedentarismo e praticar uma atividade física, mas com consciência, conhecendo melhor o próprio corpo e respeitando os limites, lição que pode ser dura de aprender caso se deixe para mais tarde. “A coluna não regenera. O erro do passado não tem como corrigir mais. Mas dá pra estabilizar e tentar prosseguir daqui para frente sem as dores”, projeta Bruno.

Matéria publicada no site Globo.com

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As ventosas de Phelps podem te ajudar na corrida



As manchas roxas no corpo de Phelps são resultado de uma técnica que ganha espaço entre os atletas amadores

Ao aumentar sua coleção de medalhas de ouro olímpicas no Rio, o multicampeão Michael Phelps chamou a atenção também pelas manchas escuras na pele, principalmente na região dos ombros. Tais manchas são resultado da ventosaterapia, uma técnica da medicina tradicional chinesa que aumenta o fluxo sanguíneo e ajuda na recuperação da musculatura. Embora pesquisadores aleguem que faltam evidências científicas sobre a eficácia do tratamento, cada vez mais atletas recorrem a ele, amadores ou profissionais.

“A pressão negativa gerada pela ventosa leva ao aumento de fluxo sanguíneo na região, o que, em teoria, melhora também a vascularização da musculatura local”, explica Sérgio Mauricio, membro titular da Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte e Exercício.

A ventosaterapia consiste em acender um líquido inflamável dentro de pequenos copos de vidro que são colocados em contato com o corpo. A diferença de temperatura e pressão causada pelo contato gera uma força de sucção, esticando a pele. Outra possibilidade é com um copo com uma válvula onde é conectada uma bomba de sucção.

Segundo os defensores da técnica, esses processos estimulam o fluxo sanguíneo e aceleram a recuperação. Ainda de acordo com os adeptos da ventosaterapia, a técnica limpa as toxinas acumuladas no sangue, estimula a corrente sanguínea e acelera o processo de cura dos músculos trabalhados durante o exercício.

Essa regeneração mais eficaz das microlesões e inflamações causadas pelo esforço intenso tem atraído atletas amadores de corrida, ciclismo e triathlon, entre outras modalidades.

Por outro lado, a literatura médica tradicional ainda se mostra controversa quanto ao assunto.
“Em 2013, pesquisadores alemães usaram o método para tratar pacientes com dores musculares crônicas na região cervical, com bons resultados, porém os próprios autores sugeriram que mais estudos fossem feitos a respeito do método. Já em 2014, autores de Oxford pesquisaram artigos sobre o assunto e concluíram que existem poucas evidências científicas que comprovem a eficácia do método”, conta o ortopedista Sergio Mauricio.

Por que fica roxo?
“O aumento da pressão leva à ruptura de pequenos capilares sanguíneos da pele, responsáveis pelas marcas redondas na região, como se fossem ‘chupões’”, explica o médico.
O processo também é considerado dolorido por alguns adeptos, mas cada vez mais pacientes recorrem a ele com diferentes finalidades, como redução de celulite e gordura localizada, tratamento de lombalgias, dor abdominal e hipertensão arterial. Tais efeitos também não têm forte base científica de comprovação.

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Livro ensina treinos e metodologias para hipertrofia



Por que é tão difícil aprender sobre ciência na educação física?

Vamos colocar alguns pontos importantes antes de continuar a ler, aprender sobre ciência é difícil em todas as áreas. Mas a culpa não é sempre sua e muito menos da ciência. Vamos rever algumas coisas sobre aprender. A aprendizagem é algo envolvente, sedutor e interessante. A ciência não se mostra dessa forma para a maioria das pessoas. A maioria dos cientistas não se preocupa em falar em uma linguagem mais interessante. Eles partem do princípio de que a ciência é importante só por ser ciência.

Eis o grande erro!
Não consigo gostar do que não entendo.
Lembro-me nitidamente que não gostava de aprender, não existia maneira de achar interessante passar meu tempo lendo.
Eu me perguntava, e às vezes fazia a mesma pergunta para meus pais e professores; por qual motivo preciso ler isso? A resposta vinha como, “passar no vestibular” ou “porque sim”! Às vezes tinha resposta como; “para não carregar tijolos”.
Tirando a parte de não carregar tijolos o resto não fazia nenhum sentido para mim.
Certo dia eu perguntei para minha professora de biologia; “por qual motivo tenho que ler tanta coisa sobre células e biologia”?

Ela me respondeu: “para ter conhecimento, saber as coisas te torna uma pessoa mais interessante e todos querem conversar e conviver com pessoas interessantes”.

Bingo! Isso me fez sentido, eu queria ser interessante e saber, ter conhecimento era uma maneira de ser assim. A partir disso eu comecei a ver mais sentido e prazer em aprender.

Os cientistas/professores pecam exatamente nessa função, falam e escrevem de maneira muito difícil para grande maioria dos iniciantes. Em minha opinião, ensinar deve seguir os princípios de alfabetização, progressividade. Quando estamos aprendendo a ler, a professora usa A de Abelha – B de Bola – C de Casa… e logo estamos lendo as placas de propaganda.

Na área científica é da mesma forma, precisamos incentivar a leitura sem assustar o leitor. Largar um livro sobre a mesa com mais de 1,5 mil páginas é algo intimidador. Quando dizemos para os alunos que precisam ler esse monte de páginas isso passa ser algo que eles não podem imaginar o fim, isso afasta o interesse.

A ciência deve ser progressivamente ensinada, com textos fáceis de entender e ao longo do processo a dificuldade será aumentada pelo próprio interesse do leitor. Nesse momento a régua sobe e aprofundamos o conhecimento.

Quantas vezes você parou para ler sobre hipertrofia e treinamento por não entender os conceitos?

Complica-se muito sobre esses processos. Podemos entender sobre o assunto de maneira clara e objetiva, sem dor e traumas. Esse é o objetivo do livro: “Métodos e Princípios para hipertrofia muscular”. Um livro baseado em uma narrativa mais agradável, acessível e descomplicado na hora de tratar de assuntos interessantes relacionados a treinamento de força e hipertrofia. Na construção do livro foi usada uma técnica conhecida como Storytelling o que torna a leitura mais envolvente e sedutora. Eu tenho certeza que esse livro será à porta de entrada para você começar a gostar de aprender e levar isso para vida toda. Aprender ciência é legal!

(Texto feito pelo autor do livro, professor e doutor em ciências do movimento humano André Lopes).

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quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Massagem e pilates para gestantes



A massagem e pilates para gestantes contribuem no alívio de dores e inchaço

Algumas atividades podem contribuir com o bem estar das gestantes para aliviar o peso e as dores que costumam surgir durante a gravidez. A massagem, voltada especificamente para as gestantes, e o método pilates podem ser grandes aliados durante este período.

A fisioterapeuta do Vital Urban Spa, Ariane Gorte, ressalta que alguns hábitos saudáveis irão contribuir para que as alterações física e emocionais deste período ocorram com o mínimo de desconforto possível. “O método pilates, por exemplo, por ser um exercício físico debaixo impacto, individual e trabalhar o corpo de forma global, proporciona inúmeros benefícios à gestante. 
Podemos citar o aumento da flexibilidade, fortalecimento muscular, respiração adequada, melhora da consciência corporal e ainda auxilia na redução de edemas”.

Ariane ressalta que, além de tudo isso, a atividade fortalece as musculaturas da coluna e períneo, o que vai minimizar as dores lombares e auxiliar no trabalho de parto e na recuperação. “O pilates traz inúmeros benefícios à futura mamãe, mas é de extrema importância o acompanhamento de um profissional capacitado e a liberação do médico”, lembra.

Além do pilates, a fisioterapeuta pontua a eficácia da massagem para gestantes, que é realizada de forma diferenciada, com cuidados especiais e toques suaves, focando no alívio das dores lombares e diminuição do inchaço nas pernas. “Além disso, é muito bom que a gestante realize drenagens linfáticas para controlar este inchaço e também é recomendado o acompanhamento nutricional e psicológico”, finaliza.

Matéria publicada no site Diário dos Campos.

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