quinta-feira, 9 de julho de 2015

Pilates na terceira idade: alívio de dores e melhora na autoestima



Não há como impedir o avanço da idade, mas a prática de exercícios específicos, como o pilates, pode melhorar a qualidade de vida e devolver a autoestima e alegria às pessoas da terceira idade.
Com o passar dos anos, o corpo vai se tornando debilitado. Alguns movimentos ficam comprometidos e a impossibilidade de realizar tarefas que antes eram comuns traz grande frustração e até tristeza para os idosos.

Não há como impedir o avanço da idade, mas a prática de exercícios específicos, como o pilates, pode melhorar a qualidade de vida e devolver a autoestima e alegria às pessoas da terceira idade.“Uma das grandes vantagens do pilates está na melhora da autoestima do praticante, uma vez que ele consegue realizar uma série de exercícios físicos que até então não se julgava capaz de fazer”, explica Vanessa Benetasso, fisioterapeuta da Clínica Levity.

Antônio Santilli, 84 anos, é adepto da modalidade pilates na Clínica Levity e afirma que a melhora na qualidade de vida é facilmente perceptível: “Eu recomendaria o pilates para todo mundo, mas principalmente para as pessoas da terceira idade. Eu tinha algumas dores, não muito fortes, e melhoraram todas porque eram decorrentes da falta de atividade física”.

Além de aliviar dores, melhorar a percepção dos movimentos, fortalecer a musculatura e aumentar a flexibilidade, o pilates trabalha o equilíbrio corporal, parte importante para as pessoas na terceira idade. “O aumento do equilíbrio é um grande avanço, já que ele é comprometido devido à idade”, afirma Vanessa Benetasso. A fisioterapeuta ainda explica que essa modalidade não traz nenhum risco aos idosos: “Não há nenhum risco de lesão corporal, já que o método pilates é um trabalho aplicado com uma grande margem de segurança, não cansa e não tem impacto”.

Muito mais disposto após começar a se exercitar e com a sabedoria que somente a idade traz, Antônio Santilli deixa um conselho que pode ser aplicado em qualquer fase da vida: “Nunca deixe de exercitar o físico e a mente – essas duas coisas devem estar sempre em atividade”.


Fonte: wsports.com.br
Matéria publicada no site Marataizes


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Cientistas revelam pesquisa de um mecanismo que ajuda aliviar a fadiga



O estudo, apresentado no congresso do Colégio Americano de Medicina Esportiva, mostra que o “mouth rinse”, ou bochechar, pode melhorar a performance de 3 a 12%.

No último congresso do Colégio Americano de Medicina Esportiva, uma sessão científica abordou a influência de um mecanismo surpreendente relacionado à fadiga. O procedimento é denominado mouth rinse que poderíamos traduzir por bochechar. Ele é caracterizado pelo uso de uma solução com carboidrato em concentração de 8 a 10% que é utilizada para bochechar durante 5 a 10 segundos.

O incrível é que vários estudos científicos rigorosamente controlados detectaram que este procedimento era capaz de melhorar o desempenho em exercícios físicos que tinham a duração aproximada de uma hora. Nos estudos apresentados, a performance melhorava de 3 a até 12%.

A explicação é que na mucosa bucal existem receptores sensíveis ao carboidrato e que quando se bochecha com estas soluções, desencadeiam-se informações periféricas para o centro da fadiga, atenuando a percepção da fadiga central.

Este mecanismo potencializa o comando motor e melhora o desempenho. Trata-se de uma evidência nova, que certamente vai originar ainda muitos estudos e que pode proporcionar resultados práticos muito interessantes.

A fisiologia do exercício estuda a fadiga desde o século 19, sendo este um dos primeiros aspectos pesquisados pelas ciências do esporte.

Existe uma definição que caracteriza a fadiga como um fenômeno subdividido em dois componentes. A fadiga central e a fadiga periférica. Ambas as informações são processadas em uma área do cérebro que origina a sensação de fadiga. Nesta área, há um comando motor que influencia diretamente o controle dos movimentos, do próprio desempenho físico.

A fadiga central é o resultado de uma alteração de mediadores químicos cerebrais que intermedia a percepção de um cansaço de origem “neurológica” com influência de substâncias sintetizadas no sistema nervoso central. Este componente tem inclusive influência psicológica.


A fadiga periférica tem origem nas informações provenientes dos músculos e articulações e está relacionada ao acúmulo de metabólitos (por exemplo, o ácido láctico), aos esgotamentos das reservas de energia, ao aumento da temperatura, etc. Por isso, ela tem relação direta com a atividade contrátil e metabólica dos músculos. Podemos entender que o cérebro detecta o cansaço muscular.


Por Turibio Barros
Matéria publicada no Portal Globo.com



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quarta-feira, 8 de julho de 2015

A importância de uma nutrição adequada para a prática de esportes



Para ter uma saúde em dia não basta apenas focar no exercício físico, tem que se preocupar também com a alimentação. Pessoas que têm esse hábito precisam manter uma nutrição saudável que irá suprir as necessidades do corpo, tendo uma atenção especial com o antes e depois da prática de cada atividade física.

Apesar disso, muita gente pratica exercícios sem se alimentar corretamente, desconhecendo os riscos que isso pode causar à saúde. Essa atitude pode acarretar em diversos problemas, como desmaios, cansaço em excesso, tontura e dor de cabeça; diminuindo assim o desempenho na hora de se exercitar.

Para Mariana Domicio, nutricionista especialista em nutrição esportiva, o principal objetivo do foco na alimentação é melhorar o desempenho do atleta ou do praticante de exercícios físicos por meio de uma adequação da dieta com o treinamento. “É de extrema importância para alcançar os objetivos, sejam de performance ou estéticos, ter atenção na alimentação vinculada ao treino (pré e pós), assim como ao longo do dia”, explica.

No pós-treino, é necessário compreender o papel da alimentação no corpo, como forma de repositor de energia e reparador de danos musculares. O horário do treinamento também é fundamental na hora de escolher quais nutrientes o corpo precisa para não sofrer nenhum desgaste físico. “O horário vai influenciar principalmente na quantidade e qualidade de carboidratos nas refeições. De acordo com a hora, a quantidade nas refeições que antecedem e posterior as partidas são maiores as das refeições ao longo do dia. Muito comum vê a alimentação dos atletas com massa, molho de tomate com pouca gordura e uma proteína magra (frango ou peixe). No pós treino são realizadas as mesmas refeições, podendo incluir carboidratos de alto índice glicêmico como bebidas repositoras de energia, batata inglesa e pães de farinha branca, pensando na recuperação muscular”, explica a nutricionista.

A nutricionista também salienta a diferença entre a nutrição esportiva e a convencional. “A nutrição esportiva, além de levar em consideração os pilares da nutrição tradicional, como qualidade e quantidade dos alimentos, harmonia e adequação entre os nutrientes, condição fisiológica e fase da vida, tem a intenção de disponibilizar nutrientes para as células, principalmente musculares, para que respondam de forma adequada ao estímulo e adaptações do treinamento”, pontuou.

As variáveis também mudam de acordo com cada esporte, ou seja, para vôlei, futebol, judô, entre outros, a demanda de alimentação é diferenciada. “Os esportes em geral exigem uma demanda energética diferenciada aos praticantes, há um grande gasto energético entre treinos e competições. A dieta deve se alinhar com a posição que o atleta assume no esporte, quais as valências físicas (força, potência, coordenação motora, equilíbrio, flexibilidade) são mais importantes, desta forma definindo o objetivo da dieta, se será ganho de massa muscular, diminuição do percentual de gordura, como também necessidade de utilizar recursos ergogênicos, como creatina, cafeína, tamponantes”, diz Mariana.

Sem esses cuidados necessários a prática de exercícios pode se tornar não uma aliada, mas uma inimiga da saúde. O acompanhamento com um profissional é imprescindível para atender corretamente as necessidades nutricionais de cada indivíduo, no auxílio à manutenção da saúde e no bem-estar do dia a dia.

Matéria publicada pelo site Social 1


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Hábitos saudáveis na terceira idade melhoram saúde do coração



Pessoas na terceira idade com um ritmo de vida saudável, que inclui caminhadas, atividade física, consumo moderado de álcool e isenção de tabaco, conseguem reduzir os riscos de insuficiência cardíaca quando comparadas com as que optam por um estilo de vida mais sedentário.

Um recente estudo da Universidade de Tufts vem alertar para a necessidade das pessoas mais velhas adotarem um estilo de vida ativo.

As pessoas mais velhas com um ritmo de vida saudável, que inclui caminhadas, atividade física, consumo moderado de álcool e isenção de tabaco, conseguem reduzir os riscos de insuficiência cardíaca quando comparadas com as que optam por um estilo de vida mais sedentário.

Esta é a conclusão de um recente estudo da Universidade de Tufts, nos Estados Unidos, que, diz a Reuters, defende que “a atividade física entre os adultos mais velhos não precisa de ser exaustiva para reduzir risco fracasso cardíaco”.

Caminhar cerca de três a quatro quilómetros por hora, queimar calorias a fazer jardinagem, alinhar em atividades ao ar livre ou quais outras que durem 30 minutos é o suficiente para melhorar a saúde cardiovascular. Mas não é apenas o exercício físico que ajuda.

Diz a Reuters, e depois de ter conversado com Del Gobbo (a mentora do estudo), que uma alimentação saudável, aliada da isenção de tabaco e do consumo moderado de bebidas alcoólicas são outros fatores que beneficiam a saúde do coração.

Para o estudo, os investigadores analisaram 4.490 adultos saudáveis, sem sinais de insuficiência cardíaca e com mais de 65 anos.

Depois de analisarem dados como o ritmo cardíaco, o nível de atividade física, o nível de atividade de lazer, o consumo de álcool, o tabagismo, o peso e a circunferência da cintura, os investigadores detetaram que 1.380 dos inquiridos desenvolveram insuficiência cardíaca e que essas mesmas pessoas eram as que tinham um estilo de vida menos saudável e ativo.

O mais “surpreendente” no estudo, diz a mentora, é que conjugar todos os fatores saudáveis “pode reduzir o seu risco de insuficiência cardíaca em 50%”.


Matéria publicada no site Notícia ao Minuto

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Níveis baixos de testosterona estão ligados à depressão



De acordo com um novo estudo, homens que apresentam níveis baixos de testosterona têm risco de desenvolver depressão. Pesquisadores encontraram em mais da metade dos homens no estudo, níveis baixos de testosterona e que foram diagnosticados com depressão ou apresentaram sintomas da condição, enquanto um quarto dos participantes estava tomando medicamentos antidepressivos.

A grande maioria dos homens que participaram do estudo, liderado pela Universidade George Washington, eram obesos ou estavam acima do peso. Para fins de comparação, a universidade citou outras pesquisas que indicam que 6% dos homens obesos ou acima do peso nos Estados Unidos possuem depressão. Entre todos os participantes, 56% eram depressivos.

A testosterona é produzida principalmente pelos testículos e tem a função de manter a produção de espermatozoides, regular a libido, fortalecer a musculatura, densidade dos ossos e é responsável também pelo crescimento de cabelo e pelos. Os homens que não produzem a quantidade normal do hormônio, são diagnosticados com ‘hipogonadismo’. Entretanto, o “normal” não é um número exato, dizem os autores do estudo.

De acordo com os pesquisadores, uma razão para a não existência do número base, é que os níveis de testosterona no sangue podem ser menos importantes ao homem do que os efeitos do hormônio nos músculos, ossos, cérebro e órgão reprodutivo. Mesmo com exames de sangue, é difícil convencionar um nível exato de testosterona que possa ser chamado de “normal”. O que se sabe, no entanto, é que os níveis do hormônio geralmente aumentam durante a adolescência e início da vida adulta. À medida que os homens envelhecem, os níveis de testosterona baixam gradualmente, normalmente até 1% por ano depois dos 30 ou 40 anos de idade, de acordo com a ‘Mayo Clinic’, citada em uma publicação do portal americano ‘LiveScience’.

No novo estudo, os pesquisadores examinaram os laudos médicos de 200 homens com uma idade média de 48 anos. Todos foram encaminhados a um endocrinologista após um exame de sangue indicar que seus níveis de testosterona poderiam estar baixos. Os pesquisadores observaram vários fatores de cada paciente, como a utilização de medicamentos, sintomas de hipogonadismo e histórico médico. Também observaram se os homens haviam sido diagnosticados com depressão ou se tomavam antidepressivos. Todos os participantes que não foram diagnosticados com a condição, ou não tomavam medicamentos para tal, responderam questões sobre o seu humor.

Uma análise mostrou que os participantes do estudo apresentavam índices maiores de obesidade e menos atividade física em relação aos seus pares na população geral dos Estados Unidos. Os participantes também sofriam com disfunção erétil, problemas de libido, ereções matinais pouco constantes, falta de energia e distúrbios de sono. Os índices de depressão foram de 62% para os participantes com 20 a 30 anos, 65% para os de 40, 51% para os de 50 e 45% para os de 60 anos de idade.

Mais pesquisas sobre o assunto devem ser realizadas, mas de acordo com os autores, médicos e profissionais da saúde devem atentar para os altos níveis de depressão em homens com menos testosterona.

O estudo foi publicado na revista Sexual Medicine.


Matéria publicada pelo site Climatologia Geográfica

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terça-feira, 7 de julho de 2015

Médico desenvolve teste para diagnóstico precoce da caquexia



De difícil diagnóstico, a caquexia é uma síndrome associada a doenças como câncer, Aids e insuficiência cardíaca e provoca perda de peso e atrofia muscular. Embora não haja um balanço sobre quantas pessoas sofrem com essa síndrome no Brasil, ela pode atingir 85% das pessoas com câncer de pulmão e até 30% das pessoas com insuficiência cardíaca.

O pesquisador e geriatra do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto, André Filipe Junqueira dos Santos, está desenvolvendo um teste simples para diagnosticar a caquexia. De difícil diagnóstico, a caquexia é uma síndrome associada a doenças como câncer, Aids e insuficiência cardíaca e provoca perda de peso e atrofia muscular. Embora não haja um balanço sobre quantas pessoas sofrem com essa síndrome no Brasil, ela pode atingir 85% das pessoas com câncer de pulmão e até 30% das pessoas com insuficiência cardíaca.

O pesquisador explica que a síndrome acelera o metabolismo do corpo e leva à perda de peso e de músculo, além de diminuir o desempenho. É diferente de desnutrição. Tem pessoas que são magras e desnutridas, mas que continuam a fazer suas atividades. A caquexia leva a uma aceleração do metabolismo, independentemente da quantidade de comida que ela consuma.

Para facilitar o diagnóstico da doença no futuro, o médico usou um aparelho para avaliar a atividade física diária e o instalou em idosos que desenvolveram ou não a síndrome. Ele observou que atividades simples, como ficar em pé ou caminhar, tornam-se mais difíceis para as pessoas que desenvolvem a síndrome.

Segundo o médico, o estudo conseguiu demonstrar essa diferença, o que pode auxiliar os médicos no diagnóstico precoce da síndrome. A ideia agora, é fazer novos testes e validar o aparelho em várias pessoas para depois começar a usá-lo no Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto.

Matéria publicada no site Radioagência Nacional

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Cinco atitudes para manter o bom humor todos os dias



Viver mal-humorado e irritado pode acarretar (ou piorar) doenças como depressão, insônia e até problemas cardiovasculares. Pode não ser fácil, mas enfrentar a rotina com um sorriso no rosto é bem mais vantajoso do que encarar os ‘problemas’ com a cara amarrada.

Trânsito, trabalho atrasado, tarefas domésticos, contas a pagar, estresse com as crianças, sono acumulado. Quem consegue viver longe destas situações hoje em dia? Se encarados como “problemas” os afazeres do dia a dia podem trazer consequências que prejudicam o equilíbrio do do corpo e da mente. Além disso, viver estressado ou irritado só piora a sensação de cansaço. Para manter a qualidade de vida e o bem-estar, o melhor remédio ainda é preservar ao máximo o humor.

Viver mal-humorado e irritado pode acarretar (ou piorar) doenças como depressão, insônia e até problemas cardiovasculares. Pode não ser fácil, mas enfrentar a rotina com um sorriso no rosto é bem mais vantajoso do que encarar os ‘problemas’ com a cara amarrada.

Confira a seguir cinco escolhas inteligentes que você pode fazer para melhorar seu humor e ficar de bem com a vida. As dicas são dos especialistas da MIP Brasil Farma.

Ter um hobby: é importante ter uma atividade que traga lazer para o seu dia. Não faça nada que lembre trabalho ou que o deixe ainda mais nervoso ou ansioso. Escolha algo que ajude a relaxar. Por exemplo, se você gosta de música, que tal aprender a tocar piano, guitarra ou violão? Meditação, yoga, artesanato, pintura e desenho são outras atividades que “desligam” a mente e ajudam a desestressar.

Dormir bem: pessoas com horários de repouso irregulares ou que dormem menos de 7 horas por noite já começam o dia mais cansados e isso é alvo fácil para o mau humor. Além disso, um estudo da Academia Americana de Medicina do Sono e da Sociedade de Pesquisa do Sono apurou que quem dorme pouco tem tendência a apresentar índice de massa corpórea maior. Ou seja: dormir pouco engorda! Outro detalhe importante é ter uma “rotina de sono”, dormir e acordar nos mesmos horários, mesmo no fim de semana.

Comer bem: ficar muito tempo sem se alimentar ou comer produtos industrializados e pouco saudáveis em excesso, reduz os níveis de glicose, o que afeta negativamente o humor. Há uma série de alimentos que podem melhorar o ânimo porque estimulam a produção dos neurotransmissores responsáveis pelo prazer – entre eles serotonina e dopamina. Aposte em alimentos com fibra. Eles favorecem o trânsito intestinal, melhorando o aspecto da pele e o humor.

Cuidar do corpo: para melhorar o astral, o cuidado precisa ser da cabeça aos pés! A primeira orientação é fazer uma atividade física: musculação, pilates, dança, natação ou a modalidade que mais combinar com você. Os exercícios dão estímulo cerebral para a liberação de uma substância chamadas endorfina, que criam uma sensação de prazer.

Passear e viajar: viajar, conhecer novas localidades e culturas são atividades que deixam qualquer pessoa mais animada e de bem com a vida. Procure viajar ou fazer passeios diferentes sempre que possível. Invista no turismo rural, piqueniques, pescarias ou trilhas, sempre na companhia de pessoas que você gosta.

Matéria publicada no site Bonde

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